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sábado, novembro 30, 2013

A TERRA OCA


História  da grande descoberta geográfica do contra-almirante Richard E. Byrd

A  Terra é oca e não uma esfera sólida, como suposto comumente e que o seu interior oco se comunica com a superfície por duas aberturas polares.

Descobertas do Contra-Almirante Richard E. Byrd, da Marinha dos Estados Unidos, que foi o primeiro a entrar nas aberturas polares, o que fez por uma distância total de 6.420 quilômetros, no Ártico e na Antártica, confirmam a correção de nossa teoria revolucionária da estrutura da Terra, bem como o fazem as observações de outros exploradores árticos.
A  nação, cujos exploradores forem os primeiros a alcançar este Novo Mundo, no interior oco da Terra — cuja área de terras é maior do que a da superfície terrestre — o que pode ser feito repetindo os vôos do Almirante Byrd, além dos hipotéticos Pólos Norte e Sul, nas aberturas polares ártica e antártica, tornar-se-á a maior nação do mundo.
No  evento de uma guerra nuclear mundial, o interior oco da Terra permitirá a continuação da vida humana, depois que a precipitação do material radioativo exterminar toda a vida da superfície da Terra; e propiciará um refúgio ideal para a evacuação dos sobreviventes da catástrofe, de maneira que a raça humana não seja completamente destruída, mas possa continuar.
Teoria  de uma terra oca foi primeiro formulada por um escritor americano, William Reed, em 1906, e mais tarde ampliada por outro americano, Marshall B. Gardner, em 1920. Em 1959, F. Amadeo Giannini escreveu o primeiro livro no assunto, desde o de Gardner, e no mesmo ano Ray Palmer, editou da revista Flying Saucers,
As teorias de Reed e Gardner encontraram confirmação nas expedições ao Ártico e à Antártica, do Contra-Almirante Richard E. Byrd, em 1947 e 1956, respectivamente, que penetraram por 2.730 quilômetros além do Pólo Norte e 3.690 quilômetros além do Pólo Sul, num novo e desconhecido território, sem gelo, não registrado nos mapas, estendendo-se dentro das depressões polares e nas aberturas que levam ao interior oco da Terra. A verdadeira significação das grandes descobertas do Almirante Byrd foi silenciada, logo depois que enviou seu relatório pelo rádio do seu avião, e não recebeu a merecida atenção até que Giannini e Palmer publicaram o assunto.
A descoberta do Almirante Byrd é hoje um importante segredo capital internacional, e tem sido assim desde que foi feita, em 1947. Depois que Byrd fez a sua comunicação pelo rádio de seu avião, e depois de uma curta notícia da imprensa, todas as declarações subseqüentes sobre o assunto foram cuidadosamente suprimidas pelas agências governamentais. Houve uma razão importante para isto. Antes de partir no seu vôo de sete horas, de sua base ártica, sobre terra sem gelo, além do Pólo Norte (que ia para o interior da Terra), o Almirante Byrd disse: "Gostaria de ver aquela terra além do Pólo. Aquela terra além do Pólo é o centro do Grande Desconhecido"
O Almirante Byrd não cruzou sobre o Pólo Norte e viajou 2.730 quilômetros para o sul, no seu outro lado. Se o tivesse feito, penetraria em território obstruído pelo gelo. Ao contrário, penetrou numa terra de clima cálido, livre de gelo e neve, constituída de florestas, montanhas, lagos, vegetação e vida animal. Esta nova terra desconhecida, sobre a qual ele voou por 2.730 quilômetros, e que não constava de qualquer mapa, existia dentro da abertura polar, que leva ao interior oco da Terra, onde é mais quente do que no lado de fora, que é ali uma terra de gelo e neve.
Por que então não enviaram os Estados Unidos novas expedições aéreas à terra descoberta pelo Almirante Byrd, num esforço para explorá-la completamente em toda a sua extensão? Por que uma descoberta tão importante foi completamente esquecida? É como se depois da descoberta da América por Colombo nada mais fosse feito a seu respeito, sem viagens subseqüentes de exploração ao continente ocidental, pelos europeus. Por que a apatia?


Novas  áreas de terra desconhecidas dentro das concavidades polares além dos pólos norte e sul
Dezembro de 1929: "A descoberta memorável, em 12 de dezembro, da até então desconhecida terra além do Pólo Sul, pelo Capitão Sir George Hubert Wilkins, exige que a ciência mude o conceito que tem tido, nos últimos quatrocentos anos, em relação ao contorno da Terra."
— Dumbrova, Explorador russo.
Fevereiro de 1974: "Gostaria de ver aquela terra além do Pólo (norte). Aquela área, além do Pólo, é o centro do Grande Desconhecido."
— Contra-Almirante Richard E. Byrd (Marinha dos Estados Unidos), antes do seu vôo de 2.730 quilômetros, além do Pólo Norte.
(Nota : O Almirante Byrd não voou 2.730 quilômetros através do Pólo Norte, para o outro lado da Terra, um ermo gelado, igual à região de onde vinha — mas voou além do Pólo, dentro da abertura polar, que leva ao interior oco da Terra, atravessando uma região sem gelo, de montanhas, lagos, rios, vegetação e vida animal.)
mundo."
Novembro de 1955: "Esta é a expedição mais importante da história do
— Contra-Almirante Richard E. Byrd, antes de partir para explorar a Terra
além do Pólo Sul. Janeiro de 1956: "Em 13 de janeiro, membros da expedição dos
Estados Unidos realizaram um vôo de 4.330 quilômetros desde a base de McMurdo
Sound, que fica a 640 quilômetros a oeste do Pólo Sul, penetrando numa terra, na extensão de 3.690 quilômetros além do Pólo."
— Informação pelo rádio da expedição Antártica de Byrd, confirmada pela imprensa americana em 5 de fevereiro de 1956.
Março de 1956: "A presente expedição revelou um território novo vasto."
— Contra-Almirante Richard E. Byrd, no dia 13 de março de 1956, quando retornava de sua expedição ao Pólo Sul.
"... aquele continente encantado no céu, terra de perpétuo mistério!"
— Contra-Almirante Byrd, antes de sua morte. (Nota do Autor: Byrd se refere aqui, enigmaticamente, às novas áreas de terras desconhecidas, além dos Pólos Norte e Sul, dentro das aberturas polares, que devido ao bem conhecido fenômeno polar do "espelho celeste", pelo qual as superfícies de terras debaixo são refletidas no céu, menciona as novas áreas de terras que descobriu além dos Pólos Norte e Sul como "um continente encantado no céu".)

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